
Durante toda a campanha do PT e ainda hoje, ouve-se uma palavra inédita no país; presidenta! Mas, afinal, que palavra é essa?
Eu fico admirado como até agora ninguém tenha questionado sobre o absurdo de se usar uma palavra que não existe no dicionário português, ainda mais por se tratar da primeira “presidente do Brasil”
No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante...
Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte. Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do gênero, masculino ou feminino. Se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta".
Se abrirmos exceção para a “presidenta eleita”, só porque ela é presidente do Brasil, então vamos escrever assim:
"A presidenta se comportou na campanha como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para ser nomeada representanta. Agora ela se apresenta sorridenta, pois é dirigenta política e está muito contenta."
Professor JOÃO LEANDRE JORGE
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